Quem acompanha a Stonemaier já sabe: quando o James Stegmaier e companhia anunciam um jogo novo, vale a pena parar pra ver. E no dia 23 de setembro foi a vez de conhecermos Braided Skies, o próximo grande lançamento da editora que nos deu Wingspan, Scythe e Viticulture.
O que rolou
A Stonemaier revelou Braided Skies como o primeiro jogo ambientado no universo Smoking Bones, uma série de livros ilustrados criada pelo próprio Andrew Bosley, o artista responsável pela arte de Everdell e Tapestry. Ou seja, quem já se apaixonou pelo traço dele em outros jogos vai reconhecer o estilo na hora.
O design ficou por conta de Dan Germain, veterano de casa na Stonemaier. O jogo chega em pré-venda direto no site da editora no dia 14 de outubro, com despacho pra Estados Unidos, Canadá, Europa e Austrália, e a versão de loja física deve aparecer só no fim de novembro.
Do que se trata o jogo
Em Braided Skies você assume o papel de um capitão de dirigível tentando montar a maior empresa de turismo mágico das Northlands. A ideia é explorar terra e céu atrás de maravilhas novas, recolher turistas, expandir sua operação e manter o estoque de tapstones em dia, que são as pedras mágicas que mantêm tudo funcionando por lá. Quem acumular mais fama vira o Comodoro das Nuvens, o título mais cobiçado da região.
O jogo é competitivo, joga de 1 a 5 pessoas, a partir de 14 anos, com partidas de 60 a 90 minutos. E tem um detalhe bacana no componente físico: o tabuleiro vem com bandejas de nuvem 3D que ficam nas bordas da mesa, dando uma moldura literal pro cenário todo.
Por que isso importa
A Stonemaier não é uma editora qualquer. Foi ela que colocou Wingspan em praticamente toda estante de jogo do planeta e ainda emplacou Scythe como um dos euros mais queridos da última década. Quando uma casa desse tamanho decide abrir uma série nova, do zero, com universo próprio e tudo, é sinal de aposta grande.
E o timing não é acaso: Braided Skies já está confirmado pra estrear com força na SPIEL Essen 2026, aquela mesma feira que a gente comentou aqui faz pouco tempo, ocupando o prédio inteiro pela primeira vez na história. Ou seja, o jogo vai estrear justamente no maior palco possível.
E aqui no Brasil?
Jogo grande de editora americana geralmente demora entre 6 e 18 meses pra ganhar edição nacional, dependendo do interesse das editoras locais em fechar os direitos. Sendo um jogo novo, sem base de fãs consolidada ainda como Wingspan tinha, o caminho mais provável no curto prazo é import mesmo, calculando frete e imposto antes de fechar o pedido.
De qualquer forma, com o histórico da Stonemaier por aqui, não seria surpresa ver Braided Skies com edição em português dentro de um ano ou dois, se o jogo bombar como parece que vai bombar.
E aí, alguém aqui já tava de olho nesse anúncio ou pegou a novidade agora de primeira? Conta pra gente se dirigível mágico é a sua praia ou se prefere continuar com os passarinhos do Wingspan.
