Se você mora em São Paulo ou tava disposto a pegar estrada pra chegar lá, sabe do que eu tô falando. O Diversão Offline, o DOFF pra quem é da casa, fechou a 11ª edição nos dias 11 e 12 de julho no Expo Center Norte, e o tamanho da coisa já diz tudo sobre como o board game cresceu no Brasil.
O tamanho do evento
O DOFF tomou conta de mais de 14 mil metros quadrados do Pavilhão Azul, com mais de 150 expositores entre editoras, lojas, criadores independentes e apaixonados por RPG. Tinha Arena de RPG, Beco Indie, Beco da Pintura e até uma área de protótipos pra quem queria testar jogo que ainda nem saiu da caixa. Virou tabuleiro humano do tamanho de um pavilhão inteiro.
Os convidados que fizeram a galera enlouquecer
O evento trouxe dois pesos pesados internacionais pra conversar (e jogar) com o público brasileiro: Emiliano Sciarra, o criador de Bang!, um dos jogos de cartas mais vendidos da história, e David Preti, cofundador da Guillotine Games e cocriador de Zombicide, um dos maiores fenômenos de financiamento coletivo que o hobby já viu. Ter esses dois nomes andando pelos corredores de uma feira brasileira é tipo ver seu jogador de futebol favorito treinando no campinho do seu bairro.
E teve mimo de colecionador também
Quem foi de RPG saiu ganhando um pouco mais: rolou um set premium com sete dados de núcleo líquido que mudam de cor quando você rola, guardados numa caixinha iluminada, em quantidade limitada. Prato cheio pra quem ama colecionar acessório bonito além dos jogos em si.
Por que isso importa pra gente aqui de Brasília
Eventos desse tamanho são o termômetro de que o board game virou coisa grande e séria no Brasil, não é mais nicho de quatro amigos numa mesa de bar. Se você não foi esse ano, já pode ir separando uma verba pra 2027, porque toda edição vem maior que a anterior.
Quem foi, conta pra gente nos comentários o que mais chamou atenção na feira. E quem não foi, bora combinar uma mesa por aqui pra já ir se acostumando com o clima de convenção?
